Vinhos Gaúchos

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No Estado do Rio Grande do Sul, situam-se algumas das melhores vinícolas brasileiras vejam as principais:

Vinícola Aurora: localizada em Bento Gonçalves, é uma das maiores e mais antigas vinho-de-uvavinícolas brasileiras. Atualmente conta com mais de 1110 famílias cooperadas e tem toda a produção orientada por técnicos que estão em contato com os produtores diariamente.

Vinícola Casa Valduga: fundada por imigrantes italianos no vale dos vinhedos. Hoje a vinícola é administrada pela terceira geração da família. Atualmente seus vinhos estão presentes em mais de 20 países, nos 5 continentes.

Vinícola Salton: formalmente constituída em 1910 com o nome “Paulo Salton & Irmãos”, no centro de Bento Gonçalves. Atualmente é reconhecida como um das principais vinícolas do país e está na terceira geração à frente dos negócios.

Vinícola Miolo: grande vinícola brasileira, com cerca de 40% de participação de mercado nas vendas nacionais. Tem em seu catálogo mais de 100 rótulos de vinhos e conta com parcerias na Argentina, Chile, Espanha e Itália. Nos últimos anos essa vinícola comprou a Vinícola Almadéne ampliou, ainda mais, sua área de atuação.

Cave Geisse: fundada em 1979 pelo chileno Mário Geisse, que viu grande potencial da região de Pinto Bandeira, distrito de Bento Gonçalves, para a produção de espumantes. O objetivo dessa vinícola sempre foi desvendar o potencial de qualidade da região, razão pela qual, desde os primórdios, abdicou da quantidade para obter alta qualidade. Deve ser por isso que seus espumantes são considerados por muitos experts como os melhores do Brasil.

Vinícola Luiz Argenta: Em 1999 Deunir e Itacir, filhos de Luiz Argenta, adquiriram uma propriedade em Flores da Cunha, e desenvolveram um moderno projeto para a produção de uvas e vinhos. A vinícola ficou pronta em 2009 e já recebeu o título de uma das mais belas Vinícolas do Mundo, segundo a revista Adega. E seus vinhos, além de deliciosos, são vendidos em garrafas lindas!

Vinícola Lídio Carraro: vinícola comprometida com a busca da identidade do vinho brasileiro. Situada em Encruzilhada do Sul. Segue a filosofia Purista, que busca o resgate à integridade e essência do vinho, com o mínimo de interferência e máximo de respeito à uva e ao terroir.

Vinícola Cooperativa Garibaldi: localizada em Garibaldi, essa vinícola é formada pela união de 370 famílias (todos cooperados), produzindo mais de 100 rótulos de vinhos e tem obtido constante reconhecimento dos seus espumantes.

Vinícola Courmayer: fundada em 1976 por imigrantes italianos na cidade de Garibaldi, essa vinícola tem como carro chefe os espumantes, que são conhecidos internacionalmente e com destaques em vários concursos, nacionais e internacionais.

Vinícola Adolfo Lona: Adolfo Lona, o proprietário da vinícola de Garibaldi, que leva seu nome, foi, por muitos anos, diretor técnico de uma grande vinícola no sul do Brasil. Seu conhecimento e os anos de experiência foram decisivos para que decidisse produzir pequenos lotes de espumante. A ideia é produzir pequenas quantidades, de forma artesanal, seguindo as técnicas tradicionais e sem o uso de equipamentos sofisticados, tudo para garantir a alta qualidade do produto final – o adorado espumante!

Lembre-se disto quando for escolher um bom vinho para se deliciar.

Post (311) – Setembro de 2017

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Que cantem as crianças

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Tradução da canção “Que canten los niños” de José Luis Perales (1), para aqueles que acreditam que nem tudo esta perdido.

Deixe as crianças cantarem, elevem suas vozes,
Que fazem o mundo ouvir;José Luiz Perales
Que unem suas vozes e chegam ao Sol;
Neles esta a verdade.
Deixe os filhos que moram em paz cantarem,
E aqueles que sofrem dor;
Cante para aqueles que não vão cantar,
Porque eles desligaram a voz…

“Eu canto para ter permissão para viver”.
“Eu canto para a mãe sorrir”.
“Eu canto para o céu azul”.
“E eu, para que eles não possam contaminar o mar”.
“Eu canto para aqueles que não têm pão”.
“Eu canto para que eles respeitem a flor”.
“Eu canto para que o mundo seja feliz”.
“Eu canto para não escutar o canhão”.

Repita a primeira parte…

“Eu canto porque o jardim é verde”.
“E eu, de modo que o Sol não me extingue”.
“Eu canto para aquele que não sabe escrever”.
“E eu para quem escreve versos de amor”.
“Eu canto para que minha voz seja ouvida”.
“E eu para ver se eu os faço pensar”.
“Eu canto porque quero um mundo feliz”.
“E eu no caso de alguém querer me ouvir”.

Repita a primeira parte e vá até o fim.


(1)https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Luis_Perales

Post (310) – Setembro de 2017

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